quarta-feira, 13 de maio de 2015
Telas by Tânia Marques
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Esperando Belinha
Em um apartamento recém alugado, três mulheres reúnem-se para esperar a amiga Belinha e resolvem fazer seu prato preferido, sem perceberem os empecilhos ocasionados pelo descuido e inexperiência da atual moradora.
BARRUFFE PRODUÇÕES
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Minhas pinturas: da garatuja a alguma coisa
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Tânia Marques
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Vamos ajudar o magnífico cantor, Victor Teixeira Wichmann
Galera leitora deste blog, entrem na página abaixo e vejam quem é Victor Teixeira Wichmann e quais as condições de podê-lo ajudar a gravar o seu primeiro álbum solo. Eu tenho orgulho de ter participado dessa campanha. Contribua você também, pois existem diversas modalidades, todas com direito a brindes. O prazo está correndo, não perca mais tempo. Nossos ouvidos merecem essa voz maravilhosa.
http://catarse.me/pt/victorwichmann
Publicação autorizada por Victor Teixeira Wichmann, via página do Facebook do cantor.
http://catarse.me/pt/victorwichmann
Publicação autorizada por Victor Teixeira Wichmann, via página do Facebook do cantor.
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domingo, 5 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Entre as ondas
A Onda (2008) é um excelente filme! Muito bom para a reflexão do seu conteúdo que é bastante contundente. Até que ponto a ideologia aliada à ingenuidade e à manipulação são capazes de interferir na vida cotidiana de um grupo, de uma coletividade? Até que ponto um professor consegue reconhecer o poder que tem em suas mãos para mudar a realidade a partir de um discurso construído em nome da disciplina? Acabo agora de assistir também à primeira versão de A Onda (1981) e vou procurar tecer comentários que falem sobre o ‘entre’ as duas versões. Obviamente por tratar-se de ficção e não de um documentário, ambos os filmes se distanciam em alguns aspectos do fato verídico, acontecido em Cubberley High School em Palo Alto, Califórnia, no ano de 1967, que lhes serviu de inspiração. No entanto, a sua essência foi preservada nos dois longas-metragens, sendo que eles se diferenciam pelo caráter mais apelativo da última versão. A primeira versão choca por deixar bem explícito um experimento nazista em sala de aula, durante uma semana, tal qual o próprio professor, anos mais tarde depois do ocorrido, tornou público. Já a segunda versão, mais próxima da nossa realidade, sofreu adaptações que (super)dimensionaram a gravidade do mesmo experimento entre os alunos e a coletividade próxima à escola, com consequências irreversíveis e dramáticas para todos. O fato experimental foi contornado, mesmo com a dificuldade de aceitação pelos alunos, na primeira versão e na realidade da Cubberly High School, inclusive com o apoio total da direção da escola. Já na versão de A Onda (2008), a situação perde o controle de forma mais inusitada e, pior ainda, o professor recebe o apoio da direção da escola para seguir em frente com o seu experimento. Só que no final, apenas o professor é punido, a direção aparece omissa das responsabilidades co-autorais do experimento no filme. O roteiro e seu argumento foram ampliados, basta ver que a primeira versão apresenta um total de 46 minutos, enquanto a segunda tem exatamente uma hora a mais, ou seja, 1h e 46 min de duração. Como eu assisti a segunda versão antes da primeira, posso registrar aqui que fui acometida de um certo susto ao perceber a ligação de certas condutas sugeridas e ou impostas pelo professor no filme A Onda (2008) com outras similares que fazem parte rotineiramente do nosso contexto escolar atual. Ambas as versões questionam a questão da individualidade X hegemonia, tanto no aspecto de liberdade de escolhas quanto no diferencial da personalidade de cada ser humano. No entanto, as duas revelam o quão fragilizados nós somos ou estamos a ponto de nos deixarmos manipular sem refletir sobre o antes, o durante e o depois de cada atitude que nos é proposta, seja em sala de aula, seja a nível de Ensino Médio ou Universitário, seja na vida. O vazio existencial, digamos o niilismo a que somos submetidos por um sistema que nos rouba os sonhos, que nos policia, que nos programa somente para o mundo do trabalho, que nos consome as alegrias de viver, que nos sequestra o direito à liberdade e à justiça social, ao lazer, que subtrai a nossa saúde física e mental, que vigia as nossas liberdades de ação e de expressão, ou, em contrapartida, por um sistema que fornece um super amparo material e quase nenhum psicológico, como era o caso das sociedades envolvidas no filme, enfim, tudo isso fez com que aqueles adolescentes em cena achassem aquele comportamento muito confortável e até necessário estarem sendo dirigidos com o entendimento de eles serem um só grupo, de terem um só objetivo comum que os tornassem importantes, ligados e superiores aos demais, um objetivo que, a partir da segregação, pudesse fazê-los lutar por ele para dar sentido às suas próprias vidas. Por último, cabe ressaltar que, na segunda versão de A Onda (2008), há um mau uso dos conceitos, também como forma de manipulação e subestimação do público a quem se destina. As palavras autocracia e anarquia são praticamente usadas como sinônimos durante o filme e, às vezes, na tentativa de tentar mostrar uma diferença entre elas são empregadas expressões do tipo: autocracia está acima de anarquia, a anarquia é autocrática, tanto o é que os alunos picham o símbolo de a onda exatamente em cima do símbolo da Anarquia quando passam por uma vidraça. Até onde o meu conhecimento permite falar, o brutal totalitarismo imposto pela autocracia nazifascista nada tem a ver com o auto-gerenciamento utopicamente sonhado pelos anarquistas, com total liberdade de expressão, de escolhas e de ações pelo grupo em questão.
Tânia Marques - 01 janeiro de 2014
I like this performance: Clipe - Happy Zumbi - Porto Alegre
Participei deste clipe com o maior orgulho, enquanto aluna do Núcleo Set de TV e Cinema - Porto Alegre - com o professor Rodrigo Castelhano
Música de Pharrell Williams
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Minha primeira participação em um comercial, pela minha agência Übermodel Rs, figurinando em umas quatro cenas e na imagem congelada do vídeo.
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domingo, 29 de dezembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Passeio pelos canais de Brugges na Bélgica - agosto de 2013
Uma experiência feliz...
Com Tânia Marques, Tereza Biaggio e Nídia Girardi
quarta-feira, 6 de março de 2013
Anjo Vila Serena
Mais um lindo trabalho do escultor e arquiteto Sérgio Amado Coirolo.
Balneário Camboriú - Edifício Vila Serena com 46 andares e duas torres
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Margem Abandonada Medeamaterial Paisagem com Argonautas
Medeamaterial, caos que atravessa a realidade, estourando clichês. Desacomodação hiper-realista de sentimentos. Somos todos argonautas e navegamos diariamente em ônibus lotados, cheios de uma gente que não se dá conta de para onde está indo. Polícia de choque, curto circuito no sistema. Medeias, Gláucias ou Creúsas, a rotina do poder é destruída pelas “anônimas” mulheres de Jasão. Denúncia, apelo, reflexão. A (des)humanidade caminha para a barbárie, instigada pela ganância material. Para que servem os corpos injustiçados? Feiticeiras enfeitadas competem entre si. Espelhos são armas mortais para elas. Fatias de carne humana e não-humana lotam a mesa imperialista. Onde está Jasão? Ocupado, demasiadamente ocupado, correndo atrás daquilo que foi estabelecido como pseudopoder. Todas as suas mulheres são parideiras de dores, de funestos horrores. Está armado o circo da miséria, e a religião estende seus braços para confortar as vítimas que ela mesma se encarrega de engendrar. A complexidade da exploração é exorbitantemente visível, risível, ela atravessa a vida numa velocidade galopante. Precipício, abismo! A (des)humanidade está na plateia, sentada, por enquanto atônita e de braços amarrados. No picadeiro, animais gemem de adestramento e pessoas curvam-se de sujeição. Oh! Jasão! A ação direta virá, mas não mais como pecado. Estamos marchando com as tuas botinas mas em direção oposta à tua. A arma que escondias em teu coração agora está nas mãos das mulheres atrevidas, que não suportam mais tanta submissão. No entanto, a luta não é somente delas, é de todos os que estão na margem abandonada, nas favelas, nos morros e no centro das cidades, é de todos os que navegam na nau Argo em busca de igualdade.
Intensa, corajosa, desafiadora, impactante, a peça Margem Abandonada Medeamaterial Paisagem com Argonautas é um convite à resistência à dominação.
Tânia Marques 11/03/2012
Tânia Marques 11/03/2012
DIAS 14, 20, 21, 27 e 28 de JULHO/2012
DIAS 3, 4, 10, 11, 17 e 18 de AGOSTO/2012
NO MEZANINO DA USINA DO GASÔMETRO - PORTO ALEGRE - RS.
Ingressos à venda no local 1h antes do espetáculo.
R$ 20 reais com meia entrada.
Classificação: 18 anos
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