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terça-feira, 9 de agosto de 2011

A Caixa - The box - Gabriel Gomes

A CAIXÄ (the box) from Gabriel Gomes on Vimeo.

sábado, 23 de julho de 2011

Minha amiga LUIZA CASPARY: sucesso e carisma

Taí o 1º vídeo da série "At home with friends", e pra começar bem, uma música inédita da compositora Israelense e amiga Lilac Harel .

Então aí vai a ficha técnica de "Falling"

Luiza Caspary - voz solo
Composição - Lilac Harel
Arranjo da 4'33 formada por:
Andrio Maquenzi - Teclados, E-Bow/Guitarra e Backing Vocals.
Brenno Di Napoli - Baixo
Valmor Pedretti Jr. - Bateria, Percussão e Programações
Thiago Grün - Mixagem e Masterização

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O encontro mágico do palhaço com a música

domingo, 5 de junho de 2011

Frederico García Lorca

Nascido numa pequena localidade da Andaluzia, García Lorca ingressou na faculdade de Direito de Granada em 1914, e cinco anos depois se transferiu para Madrid, onde ficou amigo de artistas como Luis Buñuel e Salvador Dali e publicou seus primeiros poemas.
Grande parte dos seus primeiros trabalhos baseia-se em temas relativos à Andaluzia (Impressões e Paisagens, 1918), à música e ao folclore regionais (Poemas do Canto Fundo, 1921-1922) e aos ciganos (Romancero Gitano, 1928).
Concluído o curso, foi para os Estados Unidos da América e para Cuba, período de seus poemas surrealistas, manifestando seu desprezo pelo modus vivendi estadunidense. Expressou seu horror com a brutalidade da civilização mecanizada nas chocantes imagens de Poeta em Nova Iorque, publicado em 1940.
Voltando à Espanha, criou um grupo de teatro chamado La Barraca. Não ocultava suas idéias socialistas e, com fortes tendências homossexuais, foi certamente um dos alvos mais visados pelo conservadorismo espanhol que, sob forte influência católica, ensaiava a tomada do poder, dando início a uma das mais sangrentas guerras fratricidas do século XX.
Intimidado, Lorca retornou para Granada, na Andaluzia, na esperança de encontrar um refúgio. Ali, porém, teve sua prisão determinada por um deputado católico, sob o argumento (que se tornou célebre) de que ele seria "mais perigoso com a caneta do que outros com o revólver".
Assim, num dia de agosto de 1936, sem julgamento, o grande poeta foi executado com um tiro na nuca pelos nacionalistas, e seu corpo foi jogado num ponto da Serra Nevada. Segundo algumas versões, ele teria sido fuzilado de costas, em alusão a sua homossexualidade. A caneta se calava, mas a poesia nascia para a eternidade - e o crime teve repercussão em todo o mundo, despertando por todas as partes um sentimento de que o que ocorria na Espanha dizia respeito a todo o planeta. Foi um prenúncio da Segunda Guerra Mundial.



AR DE NOTURNO

Tenho muito medo
das folhas mortas,
medo dos prados
cheios de orvalho.
eu vou dormir;
se não me despertas,
deixarei a teu lado meu coração frio.

O que é isso que soa
bem longe?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu!

Pus em ti colares
com gemas de aurora.
Por que me abandonas
neste caminho?
Se vais muito longe,
meu pássaro chora
e a verde vinha
não dará seu vinho.

O que é isso que soa
bem longe?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu!

Nunca saberás,
esfinge de neve,
o muito que eu
haveria de te querer
essas madrugadas
quando chove
e no ramo seco
se desfaz o ninho.

O que é isso que soa
bem longe?
Amor. O vento nas vidraças,
amor meu!

Frederico García Lorca
"Mas o que vou dizer da Poesia? O que vou dizer destas nuvens, deste céu? Olhar, olhar, olhá-las, olhá-lo, e nada mais. Compreenderás que um poeta não pode dizer nada da poesia. Isso fica para os críticos e professores. Mas nem tu, nem eu, nem poeta algum sabemos o que é a poesia".
"Junta tu roja boca con la mía, 
¡Oh Estrella la gitana! 
Déjame bajo el claro mediodía 
consumir la manzana " Lorca





         Fotografias de Lorca





Verde que te quiero verde.
Verde viento. Verdes ramas.
El barco en el mar
y el caballo en la montaña.
Con la sombra en la cintura,
Ella sueña en su baranda.
Verde carne, pelo verde,
Con ojos de fría plata.
Verde que te quiero verde.
Bajo la luna gitana,
Las cosas la están mirando
y ella no puede mirarlas.

García Lorca 

Fonte das imagens:
As imagens foram retiradas do Google images.

sábado, 4 de junho de 2011

Carmo - Zeca Baleiro

Carmo
Zeca Baleiro


Pelas planícies escuras
Entre o asfalto e o aço
Meu braço enlaça o teu braço
E a noite joga o seu manto sobre nós
Gritamos mas
Ninguém ouve a nossa voz


Os pés desertos de espinhos
As mãos tateiam as trevas
A chuva rega a solidão
O coração sangra e pulsa
E nada mais importa
Mesmo a vida tanto faz


De conta
Que além da estrada torta
Uma rosa murcha e morta
Reviverá
Faz de conta que a mentira que se conta
Não é sonho nem verdade
Mas será


Queda-te me quedo
Queda-te me quedo
Queda-te em los brazos del viento

domingo, 8 de maio de 2011

Encontros e despedidas - Maria Rita


Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero

Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir

São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida

Composição: M. Nascimento E F. Brant

sábado, 7 de maio de 2011

Pata de Elefante - Um olho no fósforo, outro na fagulha

Videoclipe da Banda Pata de Elefante, realizado pela Low Filmes com direção e montagem de Rafael Rodrigues e direção de fotografia de Glauco Firpo. Cantem com a Pata!!! fanfanfaran...!!!
Gente, belíssimo programa para domingo pela manhã, no Brique da Redenção. Por esses pequenos detalhes que eu amo demais Porto Alegre!

Saudade...

Hoje estou doendo de saudade, saudade de minha mãe, saudade dos tempos em que os compromissos não eram tão grandes, saudade da ilusão, saudade do verão e do mar, este que não o vejo há anos, saudade de uma amizade verdadeira, saudade do cheiro a campo, saudade da chuva na vidraça, saudade de um beijo de amor, saudade de um toque amigo, saudade dos sonhos juvenis, saudade de um abraço de urso...não quero ser melancólica demais, por isso eu vou parando por aqui e deixo vocês escutando e vendo esse belo vídeo que tem tudo a ver com o que eu estou sentindo neste exato momento. Beijos e um ótimo domingo a todos, o primeiro Dia das Mães sem a minha mãezinha querida (in memorium). Tânia Marques  07 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Músicas que marcaram os meus anos 90







Adriana Calcanhoto - Vambora

sábado, 23 de abril de 2011

Poema em linha reta (Álvaro de Campos)



Álvaro de Campos*

Poema em Linha Reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.


*Heterônimo de Fernando Pessoa

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Só o tempo - Zizi Possi e Paulinho da Viola

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Só hoje - Jota Quest

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Eu te amo - Chico Buarque


"Diz com que pernas eu devo seguir"? 
(Lindo demais isso!)

sexta-feira, 18 de março de 2011

Um ótimo final de semana a todos!

segunda-feira, 14 de março de 2011

A Dança do Ventre no mundo

 Breve histórico

Originalmente o nome da Dança do Ventre é Racks el Sharqi, cujo significado do árabe é Dança do Leste. Posteriormente este nome foi traduzido pelos franceses como Danse du Ventre e pelos norte-americanos como Belly Dance. Chegou ao Brasil, portanto, como Dança do Ventre, ou Dança Oriental Árabe ou ainda Dança do Leste que seria a forma mais correta de chamá-la, de acordo com a tradução do árabe para o português. Segundo SHAHRAZAD, a pioneira da Dança do Ventre no Brasil, Dança do Leste foi o nome dado a esta dança porque “significa onde o sol nasce, de onde a mulher recebe as energias e o poder do Sol”.

Origem

A Dança do Ventre é uma dança de origem oriental, cujo surgimento exato em termos de localização histórica e geográfica nos é desconhecida. Ou seja, não se sabe ao certo onde e nem quando a Dança do Ventre se originou. A literatura histórica sobre este assunto é escassa e duvidosa, e os poucos autores que se arriscaram a escrever sobre isso concordam. Há poucos documentos e registros que atestam o passado histórico da Dança do Ventre. Devido à dificuldade de encontrar informações confiáveis, surgem diversas interpretações, teorias e hipóteses. A mais aceita delas diz que a Dança do Ventre surgiu no Antigo Egito, em rituais, cultos religiosos, onde as mulheres dançavam em reverência a deusas. Com movimentos ondulatórios e batidos de quadril, as mulheres reverenciavam a fertilidade, celebravam a vida. Ou seja, tratava-se de uma dança ritualística, em caráter religioso, sem apresentações em público. Essas mulheres reverenciavam as deusas que acreditavam ser as responsáveis pela vida da terra, pela vida gerada no ventre da mulher, e pelos ciclos da natureza. Há quem diga que ao dançarem as mulheres também se preparavam para ser mães, já que a movimentação da Dança do Ventre ajudava a fortalecer a região pélvica, facilitando o parto. Dizem que quando os árabes invadiram o Egito, eles se apropriaram da Dança do Ventre e a disseminaram para o resto do mundo.

Características Antigas e Atuais

Esse caráter religioso da Dança do Ventre, a qual era realizada em rituais sagrados em homenagens a deusas, modificou-se. Raramente a Dança do Ventre hoje é praticada como um ritual religioso, mesmo que muitos ainda a vejam como uma prática sagrada. A característica mais evidente hoje da Dança do Ventre é cultural, artística e profissional. Cultural porque ela faz parte da tradição, do patrimônio cultural de muitos países, principalmente árabes, nos quais a dança é transmitida de uma geração a outra. Neste sentido, poderíamos dizer que a Dança do Ventre tem o mesmo significado para os países árabes que o tango tem para a Argentina, o flamenco para a Espanha e o samba para o Brasil. São danças que compõem o patrimônio cultural de cada país. A característica artística e profissional da Dança do Ventre se manifesta nas pessoas que a estudam, treinam, ensinam, se apresentam. Ou seja, quando a Dança do Ventre se transforma na profissão de muitas pessoas. Isso acontece atualmente tanto nos paises árabes quanto nos paises ocidentais, onde há bailarinas e professoras de Dança do Ventre. No passado histórico supõe-se que a Dança do Ventre tivesse caráter informal de aprendizagem. Ou seja, não havia escolas que ensinavam a dançar, fato que é muito diferente do que ocorre hoje. Tampouco havia preocupações quanto à sua técnica, quanto à sua forma de realização. Era basicamente uma dança de caráter sagrado praticada somente por mulheres, nas quais umas aprendiam com as outras informalmente, não necessitando de aulas para tal. Muitos anos após seu provável surgimento, a Dança do Ventre passou por muitas e diversas influências culturais de diferentes épocas e países, e sofreu as alterações de países ocidentais onde ela chegou. Por exemplo, podemos dizer que as suas características de aprendizagem e de realização modificaram-se bastante. Atualmente, principalmente no ocidente quando uma mulher quer aprender a Dança do Ventre, ela geralmente faz aulas, estuda, ensaia, treina. O que mostra sua característica de dança artística.

Improvisada ou coreografada?

Provavelmente em sua origem a Dança do Ventre não era coreografada. Ela era uma dança improvisada, que surgia de acordo com os sentimentos, criatividade e reverência no momento de sua execução. Hoje, como sabemos, ao assistir ou elaborar uma apresentação, ela pode ser coreografada ou improvisada. Isso depende da escolha da bailarina, da adequação ao local ou tipo de evento da apresentação.

A Dança do Ventre no Mundo Hoje

A partir do final do século XX, tem-se observado um crescente interesse do Ocidente pela Dança do Ventre, ou seja, em paises americanos como o Brasil e EUA, e em paises europeus como a Espanha, Portugal e França, entre outros. Este interesse se deve talvez ao fato de a Dança do Ventre ser muito diferente das danças praticadas no Ocidente, exigindo uma movimentação e uma estética diferentes das outras danças, assim como as características musicais. De acordo com a bailarina e professora HAYAT EL HELWA “A dança foi vista na Europa pela primeira vez na Mostra Mundial de Paris em 1889, onde foram trazidos diversos artistas de rua, algerianos, para se apresentarem na mostra”. Nos países árabes atualmente as apresentações de Dança do Ventre ocorrem em diversos lugares como casas de shows, teatros e nihgt clubs (que geralmente ficam em hotéis cinco estrelas). Inclusive, muitas bailarinas brasileiras quando vão trabalhar nos países árabes, como o Egito,  nos hotéis cinco estrelas é que elas se apresentam. Sobre as apresentações, ainda é importante dizer que elas ocorrem geralmente no palco destes lugares, e quase sempre com uma banda composta de muitos músicos. Geralmente cada bailarina tem sua própria banda para acompanhá-la.

Texto integralmente retirado do site: Central Dança do Ventre



Fonte da imagem: portalbarueri.com

sábado, 12 de março de 2011

3 Efes - Carlos Gerbase

Assisti a esse filme no final de 2007. Vale a pena conferir! 
O último "F" é o do simulacro!



(DV/Beta digital, 100 min, cor, 2007)
(janela 1.77, som digital Dolby)

Sissi, uma jovem com o pai viúvo e desempregado, luta para sustentar a família e sonha em dividir um apartamento com o namorado jogador de futebol. Martina, de situação financeira mais estável, luta para voltar a ser desejada pelo marido publicitário, ou pelo primeiro que aparecer. Giane já mudou de vida, e pode influenciar o futuro de Sissi. De acordo com o Professor Valadares, essas três mulheres estão apenas tentando saciar seus apetites mais básicos: a Fome, o Sexo e o Fasma.



ROTEIRO | TEXTO FINAL
MÚSICA ("Caixa Preta" - Laura L e MIPV)
Direção: Carlos Gerbase

Produção: Carlos Gerbase
Roteiro: Carlos Gerbase
Direção de Fotografia: João Divino
Direção de Arte: Paula Piussi
Música: Laura L e Músicas Intermináveis para Viagem
Direção de Produção: Diego Sardão, Glauco Firpo e Pedro Guindani
Montagem: Giba Assis Brasil

Uma Produção da Casa de Cinema PoA

Co-produção: Vortex
Regra Três
Low Filmes
Kiko Ferraz Studios
e Maria Cultura

Elenco Principal:
Cristina Kessler (Sissi)
Carla Cassapo (Martina)
Leonardo Machado (Rogério)
Felipe de Paula (Betinho)
Paulo Rodriguez (William)
Ana Maria Mainieri (Giane)

CRÉDITOS COMPLETOS
Prêmios:
- Melhor filme no 2º Festival de Cinema da Floresta, Mato Grosso, 2008

Críticas

"Carlos Gerbase está fazendo história. Esteticamente, ele também dá um salto de qualidade. (...) Sua trama mistura vários personagens em histórias de sexo e comida que se passam em Porto Alegre. Comer, beber, viver. (...) O barato é que 3 EFES, rodado em 20 dias com uma mini-DV, faz dessa simplicidade a sua arma para tentar ganhar o público. (...) Nada contra a ambição (autoral, intelectual, profissional). Mas, no caso dos longas da Casa de Cinema, quanto mais simples tem sido melhor."
(Luiz Carlos Merten, O ESTADO DE SÃO PAULO, 07/12/2007)

"Com uma abertura que lembra o curta-metragem ILHA DAS FLORES (1989), de Jorge Furtado, 3 EFES narra histórias paralelas que convergem para explicar a tese de um personagem fictício sobre os 'grandes apetites da humanidade': fome, sexo e fasma (representação da relidade). (...) O tom de farsa, no entanto, funciona como espécie de antídoto para as fragilidades da história. Mais significativo que o próprio filme é o caminho alternativo para o qual aponta com o seu lançamento."
(Sérgio Rizzo, FOLHA DE SÃO PAULO, 07/12/2007)

"A experiência é única, as chances de assisti-la são muitas. Hoje, o cineasta porto-alegrense Carlos Gerbase apresenta ao público 3 EFES, seu quinto longa-metragem, de uma forma inovadora no Brasil e, pelo que se sabe, no mundo. E esse público é quem escolhe como e onde assistir, e até se paga ou não pelo programa. (...) O longa realça uma marca autoral que Gerbase traz desde seus tempos de super-8: personagens que se enredam em dramas e situações inusitadas para saciar desejos e fantasias sexuais. Em 3 EFES, o diretor acrescenta ao enredo de uma comédia dramática outras duas necessidades básicas do ser humano: fome e fasma (palavra grega para simulacro) - o filme justifica a origem dessa peculiar teoria."
(Marcelo Perrone, ZERO HORA, Porto Alegre, 07/12/2007)

"A história é bem contemporânea e retrata o cotidiano de personagens urbanos e suas dificuldades. (...) Mundo urbano, cruel e competitivo, com vidas bailando em torno de sexo e do dinheiro como costuma ser nas grandes cidades. Uma história interessante, divertida, com personagens bem desenhados, e com os quais o público jovem talvez possa se identificar."
(Luis Zanin, Blog, ESTADÃO, São Paulo, 07/12/2007)

"Tudo vai caminhando num ritmo interessante, com muitas citações aos gaúchos, como o Parque da Redenção e o Estádio Olímpico, o que ao mesmo tempo incrementa a produção mas também a regionaliza. (...) Depois de uma certa tensão entre os personagens, vêm toques de humor que encerram os dilemas colocados na tela de uma maneira quase surreal. Júlio Andrade, por exemplo, numa pequena ponta como policial, tem 2 ou 3 falas, mas diz a que veio. Ana Maria Mainieri, de HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES e TOLERÂNCIA, se sobressai."

(Renato Martins, blog, 07/12/2007)

"O começo de 3 EFES até parece saído da cabeça de Jorge Furtado. Um professor universitário inventa uma teoria: a maior necessidade dos seres humanos, basicamente, se resume em 3 palavras que começam com a letra F: fome, sexo e fasma. (...) Para esmiuçar essa teoria, o filme se vale de um grupo de personagens, que estão sempre relacionando os 3 efes. (... ) O F final relaciona todos os personagens numa rede de encontros e desencontros até chegar numa cena climática. É interessante ver a forma como Gerbase articula diversos personagens sempre em busca de satisfazer seu apetite (de comida e sexo), e os problemas que isso traz para as suas vidas."
(Alysson Oliveira, CINELOG, 07/12/2007)

"Gerbase aborda temas sérios, delicados. Mas dá a eles um tratamento leve, despretensioso, amoral - incluindo aí as discussões que faz acerca da prostituição e da traição no casamento. (...) A energia juvenil que brota de 3 EFES lembra a de HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES. Ela só existe devido a esse tratamento descontraído de assuntos espinhosos - similar á visão adolescente desses assuntos. Ela é o encanto do filme."
(Daniel Feix, ZERO HORA, Porto Alegre, 13/12/2007)

"O começo lembra até o curta ILHA DAS FLORES, mas depois segue em ritmo 'normal' para contar pequenas histórias rodeadas por três elementos centrais: fome, sexo e signo (aqui, algo como representação do real). (...) Narrativas simples, infelizmente pouco levadas às telonas, sobre pequenos dramas reais. 3 EFES e a Casa de Cinema de Porto Alegre inovam na contramão de boa parte da produção do eixo Rio-São Paulo."
(Catarina Scortecci, FOLHA DE LONDRINA, 13/12/2007)

"Ao falar das necessidades básicas do ser humano, a partir de uma tese de Aníbal Damasceno Ferreira, que aparece na tela como o Professor Valadares, o cineasta olha para um processo que tende a deformá-las, transformando-as em alvos difíceis de serem alcançados. Para alcançar o equilíbrio, muito terá de ser abandonado para evitar a queda. O preço a ser pago é revelador. E, ao optar pela leveza e o humor, o realizador conclui seu filme com um achado que tudo resume e permite que a narrativa se conclua de forma tão apropriada quanto divertida."
(Hélio Nascimento, JORNAL DO COMÉRCIO, Porto Alegre, 14/12/2007) 

Créditos da fonte:

sexta-feira, 11 de março de 2011

Pra ser sincero - Engenheiros do Hawaii

uma saudade...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Por aí - Nei Lisboa

... andei por aí, mas não te encontrei...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher

Campanha em comemoração ao 
Dia Internacional da Mulher

Nós, do coletivo de mulheres da ABRAÇO, iniciaremos a nossa Campanha em comemoração ao dia Internacional da Mulher, 08 de março de 2011, veiculando em todos os nossos canais de rádio Comunitárias, os "Spot’s" em anexo, para que neste nosso novo momento, possamos cada vez mais, resgatar a autoestima de todas as mulheres brasileiras e empoderando-as e capacitando-as para enfrentamento das suas dificuldades do dia a dia, principalmente a violência física, moral e social, combater a homofobia, o racismo, enfim, buscar erradicar as diferenças e criar um consciência coletiva do princípio da igualdade para tod@s

Poderemos levar esta mensagem nos mais longínquos rincões do Brasil, renovando a esperança em todas as Mulheres de um futuro melhor e mais próspero. Sugiro aos Companheiros, que busquem nas suas comunidades, lideranças femininas para entrevistar durante todo este mês, mulheres do povo para fazerem depoimentos da sua realidade amplificando assim a voz do povo, enfim, que neste mês de março, trabalhemos nossas programações com foco na MULHER.

Solicito também a tod@s que multipliquem estas mensagens em sites, blogs da suas próprias emissoras e das suas comunidades.

VIVA AS MARIAS!!!!! SALVE 8 DE MARÇO!!!
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