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quarta-feira, 13 de maio de 2015

Telas by Tânia Marques













 





  


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Minhas pinturas: da garatuja a alguma coisa













quarta-feira, 23 de junho de 2010

Sempre...

A vida sempre exigiu de mim o enxugamento das emoções à exaustão do limiar da dor. E sempre não é uma exceção.

Tânia Marques 23/06/2010
Fonte da imagem: 

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das Mães!

1989 - Nascimento do meu primeiro filho

1991 - Nascimento do meu segundo filho

Como mãe (e muitas vezes ‘pãe’) que sou, desde o ano de 1989, data do nascimento do meu primeiro filho, e novamente em 1991, ano da chegada do segundo,  obedecendo à sequência das fotos, sinto-me plenamente feliz e realizada com a maternidade, porém irritada com as datas comemorativas que são forjadas pela nossa sociedade de consumo, com o intuito de vender produtos, produtos e mais produtos como se, à força disso, eles pudessem representar os sentimentos que envolvem as pessoas. Sendo assim, a maioria das datas comemorativas em nosso calendário anual, além de passarem por meros clichês, enaltecem o lucro, o falso Cristianismo e são uma grande hipocrisia, uma vez que, no dia-a-dia, as relações entre as pessoas são, na maioria das vezes, mais centradas nas desuniões, nas brigas, na competição, no preconceito do que no amor, na fraternidade e no respeito. Não é um presente qualquer que poderá suprir lacunas existenciais, a ausência de afeto e atenção, não é um presente qualquer que poderá suprimir o ódio dos corações humanos.

Dia das Mães são todos os dias, Dia dos Pais são todos os dias, Dia das Crianças são todos os dias do ano, muitas vezes, sem comida na mesa, sem compreensão, sem tolerância, sem carinho, sem abrigo, sem proteção, sem palavras bonitas, sem conselhos coerentes, sem abraços, sem beijos e sem exemplos de vida saudável.

Dia das Mães são para todas as mães que amam e cuidam de seus filhos, sem esperar retorno pessoal ou louvores. Dias das Mães são daquelas que geraram, através de suas barrigas (as legítimas) ou não (as de criação, que são mais do que legítimas), as crianças lindas deste mundo. Dedido este post a todas as mães brasileiras, mas especialmente àquelas que ficaram órfãs de seus filhos em decorrência da violência urbana, das drogas, dos desastres, dos assassinatos, dos suicídios, dos crimes políticos ou do seu desparecimento.

Como mãe de dois rapazes lindos, ratifico neste dia o amor que sinto pelos meus filhos e que demonstro em cada minuto de sua existência, pois eles são pessoas brilhantes, maravilhosas e merecedoras de toda a felicidade possível!

De coração de filha amada, dedico este post à minha mãezinha querida, que cuida de mim até hoje, com seus 83 anos. Te amo, mãe!

Beijos da Tânia a todas as mamães! 

09 de maio de 2010
Fonte das imagens: arquivo pessoal.

domingo, 18 de abril de 2010

Passos

Se seguires os meus passos, encontrarás o amor!

Tânia Marques  18 de abril de 2010.
Fonte da imagem: arquivo pessoal.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Encontrei pelo caminho e... fotografei!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

A fotografia e o mundo virtual

"Quando o mundo se tornar confuso, me concentrarei em fotografias. Quando as imagens se tornarem inadequadas, me contentarei com o silêncio". (Ansel Adams). 
"As fotografias gostam de caçar na escuridão de nossas memórias. São infinitamente menos capazes de nos mostrar o mundo do que de oferecê-lo ao nosso pensamento". (Etienne Samain).
"Aumenta a necessidade de ser visto e fotografado numa sociedade que é fundamentada na aparência e em seus efeitos teatrais. E, cada vez mais, essa ficcionalização se impõe sobre a realidade. O real é subjugado pela supervalorização da imagem e pelo imaginário. A aparência se torna cada vez mais importante para a construção da identidade individual e para a apresentação de si mesmo no cotidiano. Este ‘eu ficcional’ que cada um representa instaura e reafirma a comunidade na ERA DO ESPETÁCULO". (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes - A fotografia como modo de representação da identidade: dos cartões de visita de Disdéri ao ciberespaço).
"O mundo virtual permite as trocas ilusórias e é o reino dos simulacros que levam o indivíduo às relações paradoxais de proximidade com quem está distante e de distanciamento com quem está próximo". (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
Então, temos aqui nesta fotografia a representação do real, mas não o real.
"O que a vida real recusa é consumido por meio do espetáculo". (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes). 
"Cada vez mais, a ficcionalização se impôs sobre a realidade." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"O real foi sendo subjugado pela supervalorização da imagem, das preferências estéticas e pelo imaginário, até chegar ao surgimento do ciberespaço e do virtual." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
 
"O ser imaginário e irreal que se escondia dentro de cada um migrou para o ciberespaço e vive através de imagem." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"A internet é um espaço povoado por indivíduos que constroem suas identidades e seus laços sociais no contexto de um cenário comunicacional contemporâneo, que resulta na formação de novas práticas culturais." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"O ciberespaço permite a aproximação e acaba com as barreiras no que se refere à distância. Pode-se contatar, por meio da rede, qualquer pessoa em qualquer lugar do planeta." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"Esse contato virtual, destituído de corpo físico, pode ou não se materializar." (Zambon e Lopes).
"A ausência de referências físicas cria a possibilidade da construção livre de uma máscara social." (Zambon e Lopes).
 
"O cibernauta joga livremente com o ego, criando sua personalidade / identidade da maneira que melhor lhe convém, usando dos próprios artifícios de representação que o Orkut lhe permite, como o álbum fotográfico e as comunidades de afinidade." (Zambon e Lopes).
"Neste espaço virtual, cada um pode mostrar a si mesmo do modo como quer aparecer e ser identificado pelos outros. (Zambon e Lopes).
 
"A imagem como (re)conhecimento". (Tânia Marques).
"A fotografia como espelho do real". (Tânia Marques).
"A fotografia atesta a existência de uma realidade". (Tânia Marques).
 
"A fotografia e a estetização da vida cotidiana". (Tânia Marques).
"A fotografia possibilita a construção de uma proposta transdisciplinar". (Tânia Marques).
"A fotografia como construção de nossa memória". (Tânia Marques).
"A fotografia é uma fonte histórica que demanda por parte do historiador um novo tipo de crítica". 
"Na qualidade de texto, que pressupõe competências para sua produção e leitura, a fotografia deve ser concebida como uma mensagem que se organiza a partir de dois segmentos: expressão e conteúdo." (Ana Maria Mauad).
"A fotografia é uma escolha efetuada em um conjunto de escolhas então possíveis." (Ana Maria Mauad).
"A fotografia é um produto cultural, por isso com raízes sociológicas, antropológicas, históricas..." (Tânia Marques).
  Fonte das imagens: Arquivo pessoal.
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