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sábado, 23 de julho de 2011

Minha amiga LUIZA CASPARY: sucesso e carisma

Taí o 1º vídeo da série "At home with friends", e pra começar bem, uma música inédita da compositora Israelense e amiga Lilac Harel .

Então aí vai a ficha técnica de "Falling"

Luiza Caspary - voz solo
Composição - Lilac Harel
Arranjo da 4'33 formada por:
Andrio Maquenzi - Teclados, E-Bow/Guitarra e Backing Vocals.
Brenno Di Napoli - Baixo
Valmor Pedretti Jr. - Bateria, Percussão e Programações
Thiago Grün - Mixagem e Masterização

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O encontro mágico do palhaço com a música

domingo, 8 de maio de 2011

Encontros e despedidas - Maria Rita


Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero

Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir

São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também de despedida
A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida

Composição: M. Nascimento E F. Brant

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Adriana Calcanhoto - Vambora

sábado, 23 de abril de 2011

Nilton Valle - Blues / Jazz / Rock Clássico - GUITARRAS (ACÚSTICA, ELÉTRICA E MIDI)



quinta-feira, 21 de abril de 2011

Só o tempo - Zizi Possi e Paulinho da Viola

sábado, 5 de março de 2011

PANTA: Talento gaúcho


                                                                 Panta e sua tiete

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Caçador de mim"

Caçador de Mim

Por tanto amor, por tanta emoção

A vida me fez assim
Doce ou atroz, manso ou feroz
Eu, caçador de mim
Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar longe do meu lugar
Eu, caçador de mim

Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Longe se vai sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim

Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim

domingo, 22 de agosto de 2010

Codinome Beija-Flor - Barão Vermelho e Cazuza

Bela recordação, essa música fala muito em meus ouvidos. Adoro-a!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

PANTA- BEM LONGE

ADORO ESSA VOZ!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

CHAPA - Saudade de vocês, guris!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Arte é arte!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Avisame - Gonzalo Alora

terça-feira, 25 de maio de 2010

O silêncio

antes de existir computador existia tevê
antes de existir tevê existia luz elétrica
antes de existir luz elétrica existia bicicleta
antes de existir bicicleta existia enciclopédia
antes de existir enciclopédia existia alfabeto
antes de existir alfabeto existia a voz
antes de existir a voz existia o silêncio
o silêncio
foi a primeira coisa que existiu
um silêncio que ninguém ouviu
astro pelo céu em movimento
e o som do gelo derretendo
o barulho do cabelo em crescimento
e a música do vento
e a matéria em decomposição
a barriga digerindo o pão
explosão de semente sob o chão
diamante nascendo do carvão
homem pedra planta bicho flor
luz elétrica tevê computador
batedeira, liquidificador
vamos ouvir esse silêncio meu amor
amplificado no amplificador
do estetoscópio do doutor
no lado esquerdo do peito, esse tambor

(Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes)

segunda-feira, 1 de março de 2010

"No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido"

Chico Buarque cantando "João e Maria", música sua em parceria com o Mestre Sivuca, 1977.


João e Maria

Agora eu era o herói
E o meu cavalo só falava inglês
A noiva do cowboy
Era você além das outras três
Eu enfrentava os batalhões
Os alemães e seus canhões
Guardava o meu bodoque
E ensaiava o rock para as matinês

Agora eu era o rei
Era o bedel e era também juiz
E pela minha lei
A gente era obrigado a ser feliz
E você era a princesa que eu fiz coroar
E era tão linda de se admirar
Que andava nua pelo meu país

Não, não fuja não
Finja que agora eu era o seu brinquedo
Eu era o seu pião
O seu bicho preferido
Vem, me dê a mão
A gente agora já não tinha medo
No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido

Agora era fatal
Que o faz-de-conta terminasse assim
Pra lá deste quintal
Era uma noite que não tem mais fim
Pois você sumiu no mundo sem me avisar
E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Saulo Fietz


Falar a respeito do Saulo causa-me uma grande alegria, porque o conheço há alguns anos, eu creio que desde 2004, e, desde o início de nossa amizade, deu para perceber seu carisma e, principalmente, a bela educação que recebeu de sua família. Então, agora eu quero falar um pouquinho mais sobre essa pessoa querida, que está atuando, aqui no Rio Grande do Sul, na área musical, como compositor e cantor. Pelas suas participações iniciais, vê-se que esse jovem promete um futuro brilhante ligado à música, pois não lhe faltam sensibilidade, inteligência, conhecimento e determinação, ingredientes essenciais para alcançar o sucesso.

Saulo começou a tocar violão e a compor suas músicas aos doze anos. Logo, aos quatorze, já estava cantando. Inicialmente, Saulo contou com o apoio de uma pessoa muito especial para ele, o compositor Alexandre Ferret. Nessa mesma época, Saulo e Alexandre resolveram montar uma banda, que se chamava “Faces da Noite”. O apoio que Alexandre cedera a Saulo continuou maior ainda após o término da banda. Quando completou dezoito anos, Saulo ingressou em uma outra banda, a “Genoma”. Quando isso aconteceu, ela, inclusive, existia há mais de seis anos e já tinha um ótimo currículo, pois havia se apresentado ao vivo na rádio Atlântida e ganhado vários festivais.

Aos 20 anos, em 2007, Saulo foi convidado pelo diretor de cinema Evandro Berlesi a participar de seu filme, que concorreu no Festival de Cinema de Gramado, com duas de suas músicas. Então, ele gravou as músicas que entraram no filme com a "Banda Genoma" que, ao final dos trabalhos de gravação, decidiu findar a sua existência.

No último Fórum Social Mundial, apresentou-se quatro vezes em três dias consecutivos. Juntamente com a norte-americana Nádia Thalji, Saulo compôs a música que foi tema do evento na serra gaúcha. No momento, ele continua tocando sozinho, mas tem outros planos musicais também. Em março de 2010, pretende montar uma banda em função de um outro projeto. E, assim, Saulo vai conquistando seu espaço no cenário artístico local. Em breve gravará uma música sua com Hique Gómez, de "Tangos e Tragédias".

Saulo cresceu ouvindo Gonzaguinha, Clara Nunes, Dorival Caymmi, Milton Nascimento, entre outros. Mas optou, nas suas canções, pelo gênero pop e até em algumas pelo rock. Também arriscou compor alguns sons de Bossa Nova e MPB. Saulo afirma que adora misturar! No entanto, suas influências musicais mais fortes são o pop e o rock mesmo. Ele gosta muito de Lulu Santos, Titãs, Barão Vermelho, Djavan e de "Yes", inclusive!!!

Segundo Saulo, teve uma época na sua vida em que ele escutava demasiadamente Los Hermanos. Mas a sua presença em palco, confessa, é inspirada em Lulu Santos. “As pessoas me comparam com a presença de Dinho Ouro Preto, Renato Russo e Cazuza. Também fico feliz pela referência que esses cantores representam para mim”. Saulo diz ainda que a energia de estar em cima de um palco é incrível, e que ele adora reparti-la com as pessoas. Através deste post, Saulo agradece o carinho e o apoio recebido de todas as pessoas que o acompanham em sua trajetória.

E eu, Saulo, agradeço a ti a gentileza de repassar-me (por e-mail) as informações acima, que, certamente, só me encheram de felicidade.
Beijo grande e muito sucesso em tua carreira! 

www.saulofietz.palcomp3.com.br

Tânia Marques, 02 de fevereiro de 2010.

Imagens: Fotos cedidas por Saulo Fietz, do seu arquivo pessoal. 


domingo, 31 de janeiro de 2010

CHAPA: banda gaúcha faz sucesso na Europa!

"Outro Dia" Portuguese Press Release - Blog do MySpace CHAPA
Morei durante vinte anos em Bagé (RS) e, numa boa parte desse tempo, pude conviver mais de perto com esses garotões maravilhosos, Felipe, Diego e Marcos Fagundes. Fico muito feliz em saber a respeito do sucesso que estão fazendo na Europa, principalmente nos países por onde já passaram, Portugal, Espanha, etc. Atualmente estão em turnê por Londres. Desejo que obtenham, cada vez mais, grandes êxitos em sua carrreira. Saudade! Beijos.

http://www.myspace.com/myspacechapa

































sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

PANTA

                                                  
Uma das propostas deste blog é divulgar a cultura em todos os seus níveis, privilegiando textos poéticos, comentários, entrevistas, resenhas, críticas literárias, crônicas, imagens, filmes, teatro, músicas e, de uma maneira geral, difundir o trabalho de todos aqueles que dedicam suas vidas à arte. Para início de conversa, querido leitor, quero apresentar esta entrevista com um artista gaúcho, porto-alegrense, espetacularmente carismático, querido e dotado de uma linda voz, o cantor e compositor Panta. Panta lançou dois discos e, atualmente, está em fase de lançamento do seu terceiro CD.

Panta, é ótimo ter a possibilidade de falar contigo acerca da tua história de vida e da construção de tua trajetória musical, já que viveste durante muito tempo no exterior e passaste por diversas mudanças de locais. Explica para nós, como se deu a tua identificação com o gênero pop e o que ele acrescentou ao teu estilo individual, ou vice-versa?

R: Penso que os anos fora do Brasil e a infância na Paraíba me fizeram aproximar mais do pop: um ótimo remédio para grandes e repentinas mudanças. O pop é mais real, comercial e, ao mesmo tempo, permite experimentalismos maiores, além de muita liberdade. O pop tem mais poder de mudar o mundo, penetra mais facilmente em todas as camadas sociais, é um idioma de fácil aprendizado e comunicação. Acho que a maior contribuição do pop à minha vida foi ter me ensinado a gostar (e ter o direito de gostar) de qualquer estilo musical, de qualquer canto do universo, sem medo e sem nenhum pré-conceito. Eu só não gosto de música de mau gosto ou mal executada. O pop me levou à música, então “viva o pop”!!!

Como foi a recepção das pessoas em relação aos teus dois discos anteriores, “Comfortable Soul” e “Uma pequena porção de vida”? Quando acontecerá o lançamento do terceiro CD, “Pequenos Movimentos”, e o que este apresenta em termos de estilos musicais?

R: Meus dois primeiros discos foram bem recebidos, mas é claro que a maioria das pessoas que os compraram eram fãs e/ou amigos (rss). Falando sério… recebi elogios de profissionais conceituados como o Roger Lerina (ZH), Serginho Moah (Papas da Língua), o produtor inglês Paul Ralphes, Marcio LoMiranda (grande músico e produtor de trilhas da rede Globo)... Meu terceiro e novo disco “Pequenos Movimentos” (da família do “pop music” também) já foi lançado na Internet e, nas próximas semanas, deve estar a venda nas lojas. Estamos trabalhando numa turnê de lançamento e espero em breve poder convidar a todos.

Tu recebeste influências de que artistas e desde quando começaste a compor as tuas próprias músicas?

R: As influências são tantas… mas quantas vezes eu mudei de país, cidade, turma? É claro que do pop-rock britânico eu gosto muito, mas Frank Sinatra é imbatível. A cultura nordestina nunca saiu da minha alma, assim como a maravilhosa milonga Latina… Enfim, uma rica salada musical que vai me alimentar eternamente. Comecei a compor no início dos anos 90 e trabalho muito pra melhorar diariamente.

Quando e como surgiu o teu encontro com a Orquestra de Câmara da ULBRA?

R: No show “Clássicos do Rock I”, em 2008. Desde então, fizemos muitos shows juntos, inclusive, ganhamos o “Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo” em 2008 com o “Beatles - Magical Classical Tour”.

Antes de seres cantor/compositor, tu exerceste quais atividades?

R: Programador/Analista em informática. Ironia: é quase impossível não usar computador na música hoje, seja criando, gravando, testando…

Como é viver da música no Brasil? Até agora, houve o incentivo cultural e o reconhecimento que esperavas por parte da mídia, do governo, das pessoas em geral, em relação aos teus sonhos e ao teu trabalho?

R: Viver da música no Brasil é como em outras profissões: se a gente não luta, não se compromete e não se dedica, não rola. Todos buscamos satisfação pessoal e algum tipo de reconhecimento. Mas o que mais me move é a vontade de “fazer a diferença, marcar presença” e “ter um significado nessa vida”. Com toda a certeza, eu sou um cara muito obssessivo no trabalho e um crítico muito cruel de mim mesmo. Meus pais foram muito eficientes em passar valores importantes e sagrados como “fazer o melhor” e “lutar por seus direitos”... A música me presenteia constantemente com novas amizades, carinho, apoio, e incentivo de pessoas de todos os cantos do mundo, mas principalmente ela me dá a certeza de que o planeta realmente me pertence (nos pertence). Sejam duas pessoas numa semana ou num mês, não importa, mas não existe nada melhor do que alguém te parar na rua pra te elogiar e te lembrar o quanto foi marcante um show teu que passou na TV, ou pra dizer que ouviu uma música tua na rádio, ou que uma letra de uma música tua é exatamente o que ela tá vivendo ou viveu… Veja bem: o fato de eu ter sido convidado pra essa entrevista é um ótimo exemplo de incentivo e reconhecimento.


Bem, querido Panta, quero agradecer a ti a tua disponibilidade em responder a essas perguntas que, dessa forma, contribuem magnificamente com o nosso enriquecimento cultural. Muito sucesso pra ti em todos os sentidos e que “Pequenos Movimentos” traga grandes alegrias e muito reconhecimento. Beijo.

Postado por Tânia Marques em 15/01/2010.

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