Fotos: Tânia Marques
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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Muros...
Derrubemos os muros que escondem as injustiças sociais, derrubemos os muros que separam os homens em ricos e pobres, derrubemos os muros que territorializam espaços geográficos, culturas e pessoas.
Tânia Marques
Foto: Tânia Marques
sábado, 15 de janeiro de 2011
II Panorâmica - Galeria dos Arcos
A Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre inaugurou em 13 de janeiro a exposição fotográfica II Panorâmica, na Galeria dos Arcos, localizada no andar térreo da Usina do Gasômetro. A exposição apresenta uma seleção de trabalhos em fotografia realizados por alunos do Instituto de Artes/UFRGS, Famecos-PUCRS e Unisinos.
Leia mais em: http://www.galeriadosarcos.blogspot.com/
Eu fui até lá para prestigiar os belíssimos trabalhos fotográficos desses estudantes, como podem ser vistos através destas fotos:
Primeira exposição de Andressa Pacheco Lawisch
Instituto de Artes da UFRGS
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II Panorâmica
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A fotografia como arte
A discussão sobre se a fotografia é arte ou não é longa e envolve uma diversidade de opiniões. De acordo com Barthes, muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório.
Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética. Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.
Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética. Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.
"Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração".
Henri Cartier-Bresson
Fonte do texto: Wikipédia
Fonte da imagem: Tânia Marques
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sensibilidade
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
Robert Mapplethorpe - O Círculo - Fotografia
Thomas in a circle (1987)
Robert Mapplethorpe (Nova York, 4 de novembro de 1946 – Boston, 9 de março de 1989) foi um fotógrafo norte-americano, célebre por suas fotografias branco e negro de grande formato, especialmente flores e nus. O conteúdo sexual de alguns de seus trabalhos, qualificados de pornografía, gerou mais de uma polémica durante sua carreira. (...) Seus temas habituais incluíam as flores, especialmente orquídeas e lírios de água; retratos de celebridades, entre os quais se contam o artista Andy Warhol, a cantora e actriz Deborah Harry, Richard Gere, Peter Gabriel, Grace Jones e Patti Smith (um retrato de Patti Smith de 1986 recorda o autorretrato de Albrecht Dürer de 1500); o homoerotismo e os actos de BDSM (bondage e sadomasoquismo), incluída a coprofagia), e nus de reminiscências clássicas.
A polémica em torno de sua arte não foi casual. Mapplethorpe procurou a presença de temática homossexual, utilizou como modelos a actores do cinema pornográfico e elementos da cultura sado-masoquista de forma intencional, temas controvertidos que com o tempo foram utilizados como símbolos da cultura LGBT em sua luta pela igualdade e o reconhecimento.
Fonte do texto: http://pt.wikilingue.com/es/Robert_Mapplethorpe
Fonte da imagem: uniblog.com.br
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cultura LGBT,
Fotografia,
homossexualismo e arte
segunda-feira, 3 de maio de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Passos
Se seguires os meus passos, encontrarás o amor!
Tânia Marques 18 de abril de 2010.
Fonte da imagem: arquivo pessoal.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
A fotografia e o mundo virtual
"Quando o mundo se tornar confuso, me concentrarei em fotografias. Quando as imagens se tornarem inadequadas, me contentarei com o silêncio". (Ansel Adams).
"As fotografias gostam de caçar na escuridão de nossas memórias. São infinitamente menos capazes de nos mostrar o mundo do que de oferecê-lo ao nosso pensamento". (Etienne Samain).
"Aumenta a necessidade de ser visto e fotografado numa sociedade que é fundamentada na aparência e em seus efeitos teatrais. E, cada vez mais, essa ficcionalização se impõe sobre a realidade. O real é subjugado pela supervalorização da imagem e pelo imaginário. A aparência se torna cada vez mais importante para a construção da identidade individual e para a apresentação de si mesmo no cotidiano. Este ‘eu ficcional’ que cada um representa instaura e reafirma a comunidade na ERA DO ESPETÁCULO". (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes - A fotografia como modo de representação da identidade: dos cartões de visita de Disdéri ao ciberespaço).
"O mundo virtual permite as trocas ilusórias e é o reino dos simulacros que levam o indivíduo às relações paradoxais de proximidade com quem está distante e de distanciamento com quem está próximo". (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
Então, temos aqui nesta fotografia a representação do real, mas não o real.
"O que a vida real recusa é consumido por meio do espetáculo". (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"Cada vez mais, a ficcionalização se impôs sobre a realidade." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"O real foi sendo subjugado pela supervalorização da imagem, das preferências estéticas e pelo imaginário, até chegar ao surgimento do ciberespaço e do virtual." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes). "Cada vez mais, a ficcionalização se impôs sobre a realidade." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"O ser imaginário e irreal que se escondia dentro de cada um migrou para o ciberespaço e vive através de imagem." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"A internet é um espaço povoado por indivíduos que constroem suas identidades e seus laços sociais no contexto de um cenário comunicacional contemporâneo, que resulta na formação de novas práticas culturais." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"O ciberespaço permite a aproximação e acaba com as barreiras no que se refere à distância. Pode-se contatar, por meio da rede, qualquer pessoa em qualquer lugar do planeta." (Michele Zambon/Dirce Vasconcellos Lopes).
"Esse contato virtual, destituído de corpo físico, pode ou não se materializar." (Zambon e Lopes).
"A ausência de referências físicas cria a possibilidade da construção livre de uma máscara social." (Zambon e Lopes).
"O cibernauta joga livremente com o ego, criando sua personalidade / identidade da maneira que melhor lhe convém, usando dos próprios artifícios de representação que o Orkut lhe permite, como o álbum fotográfico e as comunidades de afinidade." (Zambon e Lopes).
"Neste espaço virtual, cada um pode mostrar a si mesmo do modo como quer aparecer e ser identificado pelos outros. (Zambon e Lopes).
"A imagem como (re)conhecimento". (Tânia Marques).
"A fotografia como espelho do real". (Tânia Marques).
"A fotografia atesta a existência de uma realidade". (Tânia Marques).
"A fotografia é uma escolha efetuada em um conjunto de escolhas então possíveis." (Ana Maria Mauad).
"A fotografia é um produto cultural, por isso com raízes sociológicas, antropológicas, históricas..." (Tânia Marques).
Fonte das imagens: Arquivo pessoal.
"A fotografia e a estetização da vida cotidiana". (Tânia Marques).
"A fotografia possibilita a construção de uma proposta transdisciplinar". (Tânia Marques).
"A fotografia como construção de nossa memória". (Tânia Marques).
"A fotografia é uma fonte histórica que demanda por parte do historiador um novo tipo de crítica".
"Na qualidade de texto, que pressupõe competências para sua produção e leitura, a fotografia deve ser concebida como uma mensagem que se organiza a partir de dois segmentos: expressão e conteúdo." (Ana Maria Mauad)."A fotografia é uma escolha efetuada em um conjunto de escolhas então possíveis." (Ana Maria Mauad).
"A fotografia é um produto cultural, por isso com raízes sociológicas, antropológicas, históricas..." (Tânia Marques).
Fonte das imagens: Arquivo pessoal.
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virtual. Dirce Lopes
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